terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ex-detento mata enteada a facadas e deixa esposa gravemente ferida .


Açailandia – Mais um crime bárbaro foi registrado por volta das 19:30h da noite deste domingo 20/11, na rua são José , no distrito de pequiá em Açailandia.


Segundo testemunhas, um elemento identificado apenas como: “Genilson” ex-detento de presidente Dutra, aonde teria cumprido pena por tentativa de estupro, discutia com a companheira, identificada como: Miriam Barbosa (46) com quem vivia maritalmente, quando uma filha dela, identificada como: Claésia Barbosa (27) chegou e foi tomar satisfação, foi quando o acusado teria resolvido matar as duas a facadas.
A primeira a ser atingida teria sido “Claésia” (filha), que teve morte instantânea, a segunda vitima foi a mãe e companheira do acusado “Miriam” em quem ele desferiu quatro facadas. Ela foi levada para o hospital municipal, segundo funcionários da unidade de saúde, a mesma já foi operada e não corre risco de morte.

Motivo do crime – Segundo testemunhas, o que teria levado o acusado a cometer o crime, teria sido ciúmes, a policia civil esta investigando o caso.

Veja melhores e piores instituições de ensino superior do Maranhão .

Com base em dados divulgados pelo Ministério da Educação, o iG elaborou um ranking das melhores e piores instituições de ensino superior do País segundo o Índice Geral de Cursos (IGC). O indicador considera a qualidade a partir da média ponderada dos cursos de graduação e o resultado final é expresso em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5).



Para calcular o IGC, o MEC utiliza a média dos Conceitos Preliminares de Curso (CPC) da instituição. Para esta média, é utilizado o desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o quanto o curso agrega de conhecimento ao aluno do momento em que ele começa o curso superior até a formatura e variáveis como corpo docente, infraestrutura e organização didático-pedagógico. O IGC deste ano diz respeito ao desempenho do triênio 2008-2009-2010.


O ranking apresenta os resultados de 1826 instituições, entre universidades, centro universitários e faculdades. Além disso, as instituições que não receberam conceito, porque não tiveram alunos em número suficiente prestando o Enade ou porque o MEC não conseguiu aferir algum dos critérios necessários, não receberam nota e aparecem na lista completa com essa marcação. A USP não participa do Enade e, por isso, não está no ranking.


Do Maranhão, o levantamento cita a Faculdade São Luís na 148ª posição com nota 4; UFMA (224ª), IFMA (658ª) e Ceuma (984ª), todos com nota 3; e Facam (1.153ª), Fama São Luís (1.185ª), Fama Imperatriz (1.282ª), Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão (Iesma – 1.358ª) e Faculdade do Estado do Maranhão (Facem – 1.448ª), todas com nota 2.



Forças de segurança se reúnem para prevenir greve da polícia .

Os comandos dos órgãos que integram o Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública (GGI) do Maranhão participaram de reunião, nesta segunda-feira (21), na sede da Secretaria de Segurança (SSP). Na ocasião, entre outros assuntos, foram discutidos a possível paralisação de policiais militares e bombeiros, que vem sendo anunciada para esta semana, e um planejamento com ações preventivas ao movimento.

Aluísio comandou a reunião do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança
O secretário de Segurança, Aluísio Mendes, afirmou crer no diálogo que vem sendo realizado entre governo e policiais, mas ressaltou que os órgãos decidiram tomar providências para garantir tranquilidade à população em todo o Maranhão. “Não acreditamos que vá acontecer o movimento porque temos uma polícia ordeira, disciplinada. Porém, caso haja necessidade estamos com uma ação articulada para que a população não seja penalizada”, ressaltou Mendes.

Presentes ao encontro representantes dos órgãos comprometidos com a ação planejada e coordenada pela Secretaria de Segurança Pública, incluindo o Exército Brasileiro (24ºBC), tenente-coronel Flávio Peregrino; da Aeronáutica, coronel aviador Ricardo Rodrigues Rangel; da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), major Alexandro Aragon; da Polícia Federal no Maranhão, superintendente Cristiano Barbosa; da Polícia Rodoviária Federal, inspetor Almir Alencar; o secretário adjunto de Administração Penitenciária, João Bispo Serejo; a delegada geral da Polícia Civil, Cristina Meneses; além dos comandantes da Polícia Militar, coronel Franklin Pacheco, e do Corpo de Bombeiros, coronel Marcos de Sousa Paiva; e Jones Correia, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

“A partir desse planejamento que envolve instituições como o Exército Brasileiro, a Força Aérea, a Força Nacional, os efetivos da Polícia Civil e até militares comprometidos com a legalidade, teremos condições de prover toda a segurança necessária à população, para que ninguém seja prejudicado caso esse movimento de policiais venha a acontecer”, assinalou o secretário, afirmando que não falaria sobre os números da operação por serem sigilosos.

Bom senso

Aluísio Mendes ressaltou que acredita no bom senso dos militares e bombeiros, que estão cientes do compromisso do Governo do Estado com as categorias. “O governo está finalizando um projeto amplo, que atenderá todo o funcionalismo público, no qual os militares estão incluídos, a ser anunciado em breve. E o governo sempre valorizou essas categorias e vai continuar valorizando”.

O secretário também destacou avanços obtidos pelas categorias durante as negociações. “O governo está negociando há muito tempo e várias melhorias já foram acertadas, como aumento do vale alimentação, que passou de R$ 130,00 para R$ 250,00, entre outras.”

Ele ressaltou ainda que, em 2009, o Governo do Estado concedeu reajuste médio de 22,7% aos militares, fazendo com que o salário pago no Maranhão seja o sétimo melhor no ranking nacional. Elencou conquistas como a redução do interstício de 10 anos para cinco anos da promoção do soldado a cabo PM. Redução do interstício de 8 anos (tempo de serviço) e 6 anos (antiguidade e merecimento) para apenas 3 anos em ambos os casos, para a promoção do cabo a 3° sargento. Redução do interstício de 4 anos para 3 anos, para a promoção do 3° sargento a 2° sargento. A decisão permitiu a efetivação de 3.388 promoções de praças em todas as graduações.



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

20 de Novembro Dia Nacional da Consciência Negra.

Brasil: história e consciência negra


(Análise de Roberta Traspadini, economista e educadora popular, publicada no jornal “Brasil de Fato”, 17/11/2011)

Ser trabalhador e negro no Brasil significa que além da exploração produtora de valor para outros, a opressão real se manifestará pela histórica caracterização da produção do ser menos

“... a história nos engana/ Diz tudo pelo contrário / Até diz que abolição/Aconteceu no mês de maio/A prova dessa mentira/É que da miséria não saio/ Viva vinte de novembro/ Momento pra se lembrar/ Eu não vejo no treze de maio/ Nada pra comemorar ...”

(domínio público)

A história do Brasil se caracterizou pela conformação da violência colonial europeia que, além de branca, era masculina na sua construção de poder.

Para isto, foi instituindo com força vil e adestramento cultural uma forma de ser para o negro e para o índio, a partir daquilo que o dono dos sujeitos definiria como civilização e trabalho.

Essa história, marcada a fogo e a ferro pelo racismo, se apresentou como única, como a história dos vencedores sobre os vencidos, e relegou os negros e os índios a um papel subordinado, ocultando sua função produtora de vida para outros.

O Brasil colonial aparece, em sua essência, como uma fase que oculta os reais processos de opressão e exploração utilizados pelos donos do poder para calar – na chibata e no tronco – os que se rebelavam contra a ordem dominante.

Essa capacidade de transformar o aparente no real trouxe para nossa história uma perversa essência de consolidação de estereótipos.

Estes estereótipos, para a ordem dominante do progresso, consolidaram um poderoso antagonismo sobre quem eram/são os civilizados/bárbaros, cultos/ignorantes, belos/feios, homens e mulheres ao longo da história.

A construção desse imaginário coletivo conformou uma lógica de não poder ser para uma parte expressiva de nossa classe trabalhadora negra e índia. Seja na condição de escravos ou na atual relação aparente de trabalhadores livres, reforçada pela democracia restrita.

Instaurou-se uma liberdade condicionada para a sociedade como um todo, sobre ser e sentir-se menos, como índios e negros.

O suposto fim do período colonial já havia assentado a centralidade das bases de consolidação da ética-moral sobre o ser menos, como mecanismo vital de dominação de uma classe sobre a outra.

A pele, os corpos, as culturas dos negros e índios, já haviam entrado para a história a partir da forma e do conteúdo dominantes, de exercer e manter o poder, eliminando objetiva e subjetivamente o real poder/dever ser desta parte integrante de nossa classe.

Na aparente consolidação democrática do Brasil republicano, igualitário e libertário, se consolidou a histórica essência dos valores éticos-morais da desigualdade, manifesta na inserção subordinada desde um ser menos para índios e negros.

Sob a aparente sociedade democrática se funda, além da desigual conformação de classes, uma relação ainda mais perversa de classificação sócio-cultural pelo gênero, pela raça-etnia e geracional.

Ser trabalhador e negro no Brasil significa que além da exploração produtora de valor para outros, a opressão real se manifestará pela histórica caracterização da produção do ser menos, quando em essência é ser mais.

Os mesmos postos de trabalho, ocupados por trabalhadores com cores de pele diferentes, conformarão um grau ainda mais perverso de exploração e opressão no interior da nossa classe.

A classe que vive do trabalho está subordinada pelo poder econômico e político da classe que vive da exploração do trabalho.

No Brasil, entre os explorados, ser mulher, ser negra e ser pobre, condiciona uma lógica de poder que intensificará os perversos conteúdos de exploração do capital sobre o trabalho no nosso território: a superexploração.

A liberdade desfigurada e a exploração manipulada geram uma herança maldita, que não será aniquilada ao menos que consigamos romper com a forma-conteúdo de produzir mercadorias classificando o humano como objeto da relação, da vida que ele produz.

O poder popular requer a restauração do ser mais da classe que vive do trabalho, rompendo com a estrutura de produção de vida em que o ser menos foi instituído como forma de adestramento necessária à manutenção da ordem e do progresso burgueses.

Segundo o último censo do IBGE-2010, a população brasileira é de mais de 190 milhões (190.755.799). Deste total, 43,1% se declarou preta (82.215.750) e 7,6% parda (14.497.441). Somados, chegamos a quase 97 milhões de brasileiros.

Oxalá que a história escrita e protagonizada por nós, a partir da luta organizada enquanto classe trabalhadora, nos permita recuperar na memória, nossa real história de ser mais, a partir da construção de um projeto nacional, democrático e popular, que ponha fim ao domínio do capital sobre nosso trabalho.

Obs.: O Brasil celebra, oficialmente pela primeira vez, através da Lei n.º 12.519, assinada no último dia 10 pela Presidenta Dilma Roussef, o “Dia da Consciência Negra”, 20 de Novembro.

A data lembra o falecimento do líder “ZUMBI DOS PALMARES”, morto numa emboscada em 1695, em Alagoas. O “Quilombo dos Palmares”, liderado por “ZUMBI”, resistiu a sucessivos ataques.

A Ministra Luiza Barros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, destacou, em pronunciamento em rede nacional de rádio e tevê; “as justas homenagens que prestamos a ZUMBI e seus companheiros e companheiras exprimem o reconhecimento da nação às lutas por liberdade e pela afirmação da dignidade humana de africanos e seus descendentes que remontam ao período colonial”.

Segundo o IBGE, a população negra corresponde a 15 (quinze) milhões de pessoas, ou 7,6% da população brasileira. E de acordo com a ONU, o Brasil tem mais de 22 (vinte e dois milhões) de jovens afrodescedentes, ou 47% da população jovem do país.
Embora tudo o que se diz, quanto ao Brasil país de “paz e amor”, a discriminação e o preconceito ainda imperam. Lembram, aqui em Açailândia, quando a Câmara de Vereadores se recusou a conceder um título de utilidade pública a um terreiro? Ou que igrejas promovem sistematicamente pregações e campanhas contrárias às manifestações culturais e religiosas afroindigenas?

Começa a primeira semana do bebê de Açailândia.


O “Comitê Municipal Pró-Selo” e a Articulação Local do Selo UNICEF., em parceria com a Prefeitura de Açailândia, através de suas Secretarias de Assistência Social, Educação e Saúde, e do COMUCAA/Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, iniciam nesta segunda-feira, 21/11/2011, a “1ª Semana do Bebê”.


A programação do dia de abertura da “1ª Semana do Bebê” consta de solenidade na Câmara de Vereadores, a partir das 0800 horas.

 assistentes social Lucinete Freitas de Aguiar, Articuladora Local do “Programa Selo UNICEF Município Aprovado Edição 2009-2012 Amazônia”, apresenta uma avaliação do andamento do Programa, iniciado no final de 2009, aqui em nossa Açailândia.

O coral da Escola Municipal Jurgleide Alves Sampaio abrilhantará o evento, com um momento cultural.

E a assistente social Rosélia Albuquerque, ministra palestra de formação: “Por que Investir no Bebê?”

A programação de abertura da “1ª Semana do Bebê”, na Câmara de Vereadores, está prevista para encerrar as 1200 horas.

A tarde da segunda-feira, 21, reserva as atividades:

• CRAS/Centro de Referência de Assistência Social, da Vila Ildemar, das 1400 as 1600 horas, para gestantes, a palestra sobre “Aleitamento Materno”, com a enfermeira Vilma Barbosa e apoio da assistente social Angra Ponciano;

• CRAS/Pequiá, 1400-1600 horas, na Escola Darcy Ribeiro, para mães acompanhadas pelo CRAS, a oficina “Reaproveitamento de Alimentos”, com a nutricionista Gilmara Duarte;

• CRAS/Centro, 1400-1600 horas, palestra “Gravidez na Adolescência”, com a enfermeira Wanessa Vasconcelos e apoio da enfermeira Verônica Reis.

A “1ª Semana do Bebê de Açailândia” segue até a sexta-feira,25/11.

A luta de Lula contra o câncer.

               Imagem divulgada mostra Lula sem cabelo e cortando a barba (Foto: Ricardo Stuckert)


Da Época:

O Instituto Lula divulgou nesta quarta-feira (16) novas imagens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a entidade, Lula raspou a barba e o cabelo antecipando a queda causada pela quimioterapia usada em seu tratamento contra o câncer de laringe. Dona Marisa Letícia cortou o cabelo e fez a barba do ex-presidente.
O câncer de laringe foi diagnosticado no dia 28 de outubro obrigará Lula a poupar a voz. Lula tem pela frente uma luta árdua para se manter vivo e preservar sua razão de viver. Num vídeo de agradecimento gravado pouco antes de deixar o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde começou o tratamento, Lula deu mostras da importância que atribui à sua capacidade de mobilizar as pessoas por meio da fala. “Lamento não poder dizer um ‘companheiros e companheiras’ bem forte.” Com a voz cheia de falhas, despede-se assim: “Até a primeira assembleia, o primeiro comício ou o primeiro ato público”. Lula tem consciência de que, na essência, é aí que reside seu maior talento.
                                          Ex-primeira-dama Marisa Letícia com Lula careca

Um dia antes da descoberta do tumor, Lula comemorou 66 anos, com uma festa em seu apartamento, em São Bernardo. Ao cardiologista Roberto Kalil Filho, seu amigo e médico há 22, reclamou: “Estou com um pigarro na garganta há uns 40 dias. Só me dão pastilha”.
Kalil disse que ele precisava ir ao Sírio-Libanês no dia seguinte. Fazia um ano e meio que Lula não passava por um check-up. Segundo Kalil, ele respondeu assim: “Não quero fazer exames. Se fizer, vão descobrir que tenho um câncer igual ao do meu irmão”.
Talvez mais que intuição, a desconfiança de Lula baseava-se em probabilidade. Além da mãe, dona Lindu, Lula perdeu os tios maternos e dois irmãos para o câncer. Seu irmão mais velho, Jaime, teve um tumor na laringe semelhante ao que o acomete. Não bastasse o histórico familiar, Lula foi fumante desde a adolescência. “Ele me contou que, nas fases mais duras da vida, quando estava desempregado e morando com a mãe, não tinha dinheiro para comprar cigarro. Então, saía pegando bituca do chão, na rua mesmo, para fumar”, diz a jornalista Denise Paraná, autora da biografia Lula, o filho do Brasil. Lula abandonou sua cigarrilha apenas em janeiro de 2010, depois de uma crise de hipertensão.
Lula teve sorte de descobrir o tumor de 3 centímetros antes que atingisse as cordas vocais. Tecnicamente, é chamado de carcinoma epidermoide e está bem perto delas. Assim que recebeu o diagnóstico, ao lado de sua mulher, Marisa, Lula avisou os filhos e a presidente, Dilma Rousseff. Em seguida, determinou que a assessoria de imprensa do Sírio-Libanês soltasse uma nota sobre o câncer recém-descoberto. Foi pela imprensa que amigos e colaboradores souberam da doença.

Pobreza de Vargem Grande.

Só não incomoda aos insensíveis assistir à situação de miséria do município maranhense de Vargem Grande, mostrada ontem no Jornal Nacional.

É um município pobre, de um estado pobre, sem passado como base e sem perspectiva de futuro.
Justificar o injustificável não dá. Tentar politizar o debate é uma tolice.
O Maranhão é miserável e isso não tem nada a ver com ser rural. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul também concentram sua riqueza no campo, com agropecuária poderosa e agricultura pujante.
A Zona Rural do Maranhão nada produz.
Vargem Grande é miserável por que o dinheiro não chega a quem de direito. São milhões anuais, vindas de várias fontes, que se perdem nos caminhos até o objetivo final.
Esta é a realidade incômoda.
Até para os insensíveis e amestrados…